Publicado em 30/08/2017 - 19:17

[Resenha] O Diário de Anne Frank

O livro “O Diário de Anne Frank” de uma menina que tinha apenas entre 12 e 13 quando a guerra começou em 1942. Anne Frank ficou escondida dos alemães, planejando o seu futuro quando todo o conflito acabasse.

O povo alemão recebeu total culpa pela Primeira Guerra Mundial, assim, o austríaco Hitler ofereceu sua ajuda ao povo alemão, dizendo que um dos povos que estavam se beneficiando de seu território europeu eram os judeus, com isso ele apenas confirmou a sua ideologia, que defendia a existência de uma raça pura. Com essa ideologia Hitler fez uma eliminação dos judeus, que na opinião dele, não deveriam nem estar na Europa.

Anne tinha o sonho de ser jornalista e escritora, e mesmo durante a guerra nunca desistiu de seus objetivos, se dedicando a leitura e seus estudos mesmo sem ir a Escola Israelita. Dentro do Armazém (anexo secreto) ela se sentia e relatava ser muito criticada pelos outros moradores do armazém.

Ao terminarmos de ler o livro fomos compará-lo com o filme Anne Frank – The Whole Story (que em português fica “Anne Frank – uma biografia”) que estreou no ano de 2001, ressaltando as partes importantes, ou ao menos consideradas mais importantes. Uma coisa que podemos observar com o filme foi a aparência similar dos personagens/atores com as fotografias do livro e com a própria Anne Frank.

Um dos fatos curiosos que percebi no filme foi o jeito com que Otto Frank (pai de Anne) contou a Miep que Anne e Margot estavam mortas. Ao contar a Miep ele se demonstrou calmo, e não demonstrando muito seus sentimentos, para se expressar com vigor quando estava sozinho no armazém onde se esconderam por quase 3 anos. Outro fato curioso que o filme nos mostrou foi que o livro de Anne Frank foi traduzido para mais de 60 línguas, sendo o 2º livro de não ficção mais vendido depois da bíblia.

O filme e o livro relatam situações da guerra e do dia a dia de Anne Frank em seu esconderijo, as suas situações amorosas e sua relação com os seus pais e com os amigos de seus pais que é bem parecida com a nossa realidade atualmente. O livro nos dá o conhecimento do povo oprimido com a Segunda Guerra Mundial, e também nos traz o conhecimento dos erros do passado para que essa história nunca morra e esse erro nunca seja cometido novamente, pois não é algo que podemos nos orgulhar, e com os relatos no livro de Anne temos um aprendizado cultural, digo cultural pelo fato de que aprendemos e nos colocamos no lugar dela e de uma certa forma com esse livro vemos a importância da não opressão das outras pessoas apenas pelo fato de elas serem diferente de nós, porque até então todos nós somos diferentes, e nenhuma pessoa merece passar por isso que a Anne e muitos outros judeus passaram.

 

Resenha de Aline Martinho da turma 81




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